As diretrizes brasileiras reforçam: quanto menor o LDL, menor o risco cardiovascular. O objetivo é personalizado para cada perfil de paciente.
Pontos importantes:
- Estatinas continuam sendo o tratamento padrão ouro, eficazes e seguras.
- Ezetimiba e inibidores de PCSK9 ampliam redução do LDL quando necessário.
- Colesterol alto não “dá sintomas”.
- Dieta é fundamental, mas raramente resolve sozinha nos casos de risco elevado.
A discussão não é apenas “colesterol”, e sim risco cardiovascular global.

