O risco cardiovascular feminino muda a cada fase: menarca, gestação, menopausa e envelhecimento.

Gestação como marcador de risco: pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e parto prematuro aumentam risco futuro de hipertensão, insuficiência cardíaca e doença coronariana.

Síndrome metabólica: mais prevalente em mulheres durante a transição menopausal.

Longevidade: mulheres vivem mais que homens, mas desenvolvem doença cardiovascular mais tardiamente — muitas vezes de forma mais grave.

Cuidado contínuo e acompanhamento especializado reduzem esses riscos ao longo da vida.